Nova microssérie da Globo: Pedra do Reino
Nova microssérie da rede globo obra baseada e “Á pedra do reino” de ariano suassuna.

Vida: Ariano Suassuna nasceu na então cidade de Nossa Senhora das Neves - hoje João Pessoa, capital da Paraíba. Logo em seguida, tendo seu pai, João Suassuna, deixado o governo do estado, Ariano acompanha a família de volta para a região do alto sertão paraibano, onde a mesma tinha várias fazendas. Assassinado o pai, a família deixa a região, mudando-se para a cidade de Taperoá, no chamado sertão seco, onde o futuro dramaturgo e romancista faz seus estudos primários. Em 1938 há nova mudança, desta vez para Recife, onde cursa o ginásio, estudando também música e pintura. Em 1946 entra para a Faculdade de Direito, ligando-se ao círculo de poetas, escritores e artistas da capital pernambucana e interessando-se cada vez mais pelo romanceiro popular nordestino e pelo teatro. Em 1952 começa a trabalhar em advocacia mas logo abandona a profissão, dedicando-se ao magistério e à atividade de escritor.

Obra: Com extensa obra teatral - publicou, entre outras, as peças Auto da compadecida, O santo e a porca, A farsa da boa preguiça -, Ariano Suassuna escreveu em 1956 A história do amor de Fernando e Isaura, romance até hoje inédito. Em 1958 começou a trabalhar em Quaderna, o decifrador, uma trilogia composta de: I - A pedra do reino
II - O rei degolado
III - Senésio, o alumioso
Especial Globonews sobre a microssérie.
A PEDRA DO REINO

Publicado em 1970, A pedra do reino continua sendo considerado um romance completo, pois até hoje as duas outras partes da trilogia não vieram a público, pelo menos em edições comerciais. Em vista disso, a possibilidade de análise é um tanto precária, apesar de a obra oferecer, em suas mais de 600 páginas, matéria suficiente não apenas para ensaios como para livros inteiros.
De leitura um pouco árida na primeira centena de páginas, A pedra do reino, mesmo isolada da trilogia de que faz parte, é um verdadeiro monumento literário que se liga à cultura caboclo-sertaneja nordestina, muito marcada pelas tradições do mundo ibérico (Portugal e Espanha), trazidas pelos primeiros colonizadores europeus e transformadas ao longo dos séculos.
Em linhas gerais, A pedra do reino é a apresentação do memorial - obviamente em primeira pessoa - de D. Dinis Ferreira - Quaderna, que, preso em Taperoá, faz sua própria defesa perante o corregedor e, para tanto, conta a história de sua família, das desavenças, das lutas e das controvérsias políticas, literárias e filosóficas em que se vira envolvido. Como diz um crítico, na obra de Suassuna podem ser percebidas “duas distintas tradições a informarem a concepção de mundo do herói: a tradição mítico-sertaneja e a tradição erudita” (J. H. Weber). O que faz, como no caso de todas as demais obras da nova narrativa, com que A pedra do reino se diferencie claramente do romance brasileiro tradicional.
esperar para ver, expectativa é grande se lembrarmos do outro sucesso que foi auto da compadecida.
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Postado por Aluisio Saboya em 22 de maio de 2007 :: Sobre: Cultura
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Achei super bacana . Muitointeressante, principalmente tratando-se de obra de Ariano.
Achei maravilhoso, muito interessante, principalmente por se tratar de obra de Ariano Suassuna.
Achei surpe maravilhoso, principalmente por se tratar de Obra de Ariano, e valorizar a cultura dos nordestinos… continue assim por que cada dia vocês só tem a ganhar com os artistas nordestinos!!!
Fantástica! E desta vez a Globo acertou em filmar em Taperoá,coisa que deveria ter feito desde o Auto da Compadecida.Pense numa cidade cheia de estórias e histórias.Visitem-na no S. João.
Uma correção sobre o artigo acima que fala sobre a Microssérie a Pedra do Reino. Taperoá não fica no sertão seco como foi dito, situa-se no cariri,mais precisamente,cariris velhos.São regiões de clima e vegetação diferentes.
Pena que não fique esclarecido que as duas torres se situam em São José do Belmonte, sertão de Pernambuco, onde todos os anos o Grupo Pedra do Reino promove as festividaes, com cavalhadas e a tradicional Cavalgada a Pedra do Reino, no sítio Serra do Catolé.
Quis trazer para o público deste blog uma fala de Suassuna sobre a nova minisérie da Globo, ” A Pedra do Reino”, que dá uma idéia de como Ariano é anticonvencional, singular.Trata-se de um encontro com o autor da obra e equipe da minisérie, ocorrido no balcão de Taperoá-PB, onde está sendo filmado.
“Em primeiro lugar, gostaria de falar que, se me dissessem que tudo que eu escrevi seria destruído e eu só pudesse salvar uma obra, eu escolheria ‘A Pedra do Reino’. Precisei fazer esse livro, pois o universo de peça de teatro não estava mais cabendo para certas coisas que eu tinha que dizer. Passei por fases muitos diferentes, algumas desgostosas em relação ao romance. Mas agora, quando vejo a recriação que Luiz Fernando Carvalho está fazendo com vocês, parece até que isso presta”, brincou Ariano provocando risos no público.
É uma obra muito interessante e ao mesmo tempo trágica,mas deveria falar sobre a nossa cidade, São José do Belmonte - PE, onde todos os anos as pessoas se deslocam para o sítio histórico onde as duas pedras estão localizadas…São realizadas festividades promovida pela Associação Pedra do Reino e demais colaboradores da nossa cidade, é com muita satisfação que iremos ver essa obra, que fala dos costumes e tradições dos nordestinos.
Acho que essa produção vai ser inesquecivel!!! Além da obra do Ariano, o diretor foge muito dos tradrões televisivos que ja estão empreguinados em nosso sub-conciente. Para fazer isso, ainda mais na globo, imagino que deve ter comprado uma briga e até mesmo colocar sua cabeça a prêmio se não tiver uma aceitação do público. Mas o que me adimira mais é este bom senso de não achar que existem artitas somente em SP e RJ. Dar oportunidade pra outros artistas que estão fora da mídia e até mesmo descobrir novos talendos, que em todo país estão distribuidos fazendo arte e alegrando os corações de quem os prestigiam. Isso vale pra todos nós, atualmente só quem faz tv e aparece na globo é recohecido como artista. Tive a oportunidade de trabalhar com a Tiche Vianna que faz a preparação de atores desta microssérie, fico muito feliz em saber que ela uma profissional tão respeitada no meio teatral possa utilizar suas técnicas possibilitando essa troca de informção com outros artistas.
Parabéns a todos os integrantes desta produção e obrigado por dar esse salto importante levando ao espectar não somente um rostinho bunito, mas sim artistas de verdade mesmo que nunca apareceram na TV.
Claudinei de Souza - Ator - Ipatinga MG.
Vale salientar que a fotografia logo abaixo a do Imperador da pedra do Reino retrata a CAVALGADA À PEDRA DO REINO, no momento da chegada dos cavaleiros até a Pedra do reino, após uma cavalgada de 27 Km, do centro da cidade de São José do Belmonte até o Sitio Histórico da Pedra do Reino. Na fotografia vimos o rei Dantas Suassuna( Filho do Imperador Ariano), a Rainha, a belmontense, Izabel Cristina Pereira Gomes Rodrigues e o Cavaleiro da Pedra do Reino, Antõnio Oliveira de Carvalho Barros.A Cavalgada à Pedra do Reino é realizada todos os anos no ultimo domingo do mês de maio e é organizada pela ASSOCIAÇÃO CULTURAL PEDRA DO REINO, de São José do Belmonte.
Rapaz, pois eu sou muito limitado… não entendi nada dessa minissérie. Achei muito complicado pra minha cabecinha… parabens a vocês intelectuais, ela foi feita pra vocês!!
Abraço a todos.
Há sim!! Melhor reprisar ” Alto da Compadecida” que pelo menos é mais fácil de entender e faz a gente rir…
Abraço a todos!
gostei muito, muito otimo Paulo César beijo FILHO DE NEVINHA!!!!!!
Viu como eu tinha razão? “A Pedra do Reino” foi o maior fiasco da história das minisséries da Globo, segundo o site da uol (9 pontos no Ibope)… muito teatral e complicada pro povo entender.
Uma injustiça ao livro que é uma obra grandiosa. Uma mega produção enterrada por uma releitura equivocada por parte da equipe do Quadrante - Globo. Será que ninguém suspeitou que aquele tipo de interpretação se tornaria um “pé no saco” ao final do décimo minuto! Que adaptação mais triste… só vejo pq sou fã do Suassuna. Péssima direção, péssimas interpretações. Muita pós -produção.Tudo muito exagerado.
oi eu só´estou visitando este site por causa do meu trabalho escola……………………
olá eu mone e pedro luiz eu tenho 16 anos paticipei da microsséri o eu pesonagen foi o rabequeiro da sena da lá condessa gostaria muito de ver o fiune da padra do reino pro favo mandi respota estou com muita saudades